31/08/15

Já não era sem tempo!

Outro dia, me deu um estalo: CARA, EU MUDEI DE CASA MAS NEM TODO MUNDO FICOU SABENDO!
Ou ficou?
Não sei.
Já faz tempo do meu último post ~aqui~, mas eu to com url nova, tudo novo!
Não sabia? Não conhece? Não quer nem saber?

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Beijos!

 

05/11/14

Há um ano...

...vc nascia.
12:39 pm, com 3.830 kg e 53 cm.
Apgar 9\10
Sim, de cesariana eletiva.

Em um ano vc aprendeu tanto.
Mudou tanto.
Cresceu tanto.

Vamos aos números:
Em 12 meses, vc: 

* cresceu 26 cm.
* Engordou 6 kilos e alguma coisinha.
* Ganhou 6 dentes.
* o umbigo caiu com 14 dias.
* tomou fórmula em casa com 5 dias de vida.
* sorriu pela primeira vez com 42 dias.
* rolou sozinho com 2 meses.
* comeu sua primeira frutinha, banana, com 4 meses e meio.
* comeu a primeira papinha salgada com quase 6 meses.
* tomou antibiótico pela primeira vez aos 6 meses.
* sentou sem apoio com 7 pra 8 meses.
* ficou de pé se apoiando com 7 meses.
* engatinhou com 8 meses.
* aprendeu a subir no sofá aos 9 meses.
* sua primeira palavrinha com sentido foi "vovó", aos 9 meses.
* comeu bolacha maizena e polvilho pela primeira vez com 9 meses.
* ficou de pé sem apoio, se equilibrando sozinho, com 11 meses.
* mamou no peito até os 11 meses e meio.
* ainda não anda, mas dias atrás, deu 3 passinhos lindos, pra felicidade da mamãe!

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Agora falando um pouco do meu coração!

Vc foi um menino esperado. Mais q isso. Desejado. Sonhado. Amado desde o dia em q eu fiz um teste de xixi e vi lá vc em 2 listrinhas azuis anunciando q vc estava a caminho!
E a partir daquele momento, eu só faço te amar, e amar e amar....

Seu nome é uma homenagem ao seu bisavô Bernardo. Homem q eu amava tanto! Mas tanto q qdo descobri q vc seria menino, não pensei nem meia vez em escolher seu nome: BERNARDO.

Coincidências da vida ou não, vcs nasceram no MESMO DIA.
05 de novembro!
Com 90 anos de diferença, veja vc!

Vc é o príncipe da casa, da familia.
Depois de mais de 60 anos só nascendo mulher na família, veio vc contemplar o reino da mulherada!
Ser o rei de todas nós!

Vc veio rodeado de amor e por ser o segundo filho, veio como uma recuperação de criança q errou muito na primeira prova e está tendo a oportunidade de rever os erros e consertá-los de alguma maneira.

Vc me ensina muito.
Me ensinou a ser uma mãe paciente. Calma. Uma mãe q sabe q tudo é fase. As boas e as ruins. Me ensinou que tudo passa. As noites mal dormidas passam, as cólicas passam, as inseguranças passam.
Me ensinou que tudo tem seu tempo e sua hora. Atropelar fases não é legal pra ng!
Me ensinou que dá sim pra amar mais de um filho igualmente.
Que coração de mãe cabe tanta gente!

Vc veio mostrar pra sua irmã q ela sabe bem o q é amor.
E ela te ama. Tanto.
E essa é mais uma das realizações q vc me proporcionou!

Hoje vc completa seu primeiro aniversário.
E minha vida, q já tinha dado uma volta de 360 graus qdo sua irmã nasceu, com seu nascimento, virou de cabeça pra baixo.
Tudo ficou mais confuso sim, mais cansativo, o tempo começou a passar rápido demais e eu comecei a me assustar!

Vc é meu moleque.
Faz coisas de moleque, tem cara de moleque desde q nasceu!

E nao há nesse mundo algo q possa medir o tamanho do amor q eu tenho por vc.Eu te beijo e te abraço e te digo eu te amo 1.878.989.000 vezes ao dia.
Só pra q vc jamais se esqueça disso!

Meu príncipe, te desejo o melhor sempre.
Saúde sempre.
Sucesso sempre.
Te desejo sempre o q há de melhor nessa vida e sempre sempre sempre sempre q vc precisar, pode contar com a mamãe aqui!

TE AMO!
PARABÉNS!!!!!!




















06/10/14

11 meses de vc em nossa vida!

Pois então. Seu ultimo mesversário. 11 meses.
Sem ser clichê, mas.....ô tempo! Da pra ser menos rápido por favor?

Aos 11 meses vc:

* fala mamã, papá, vovó, tetê e ããã (qdo se refere à Anna)
* fica de pé por alguns poucos segundos sem apoio
* continua com seus 6 dentinhos, apenas
* come bem
* dorme...bem ja dormiu melhor...rs
* ta um moço lindo de mais de 10 kilos
* as roupas não estão cabendo mais e mamãe está entrando em pânico...rs
* escuta uma musica e sai dançando
* ja come bolacha sozinho e enfim, segura a mamadeira...rs

Entre outras coisinhas q eu não consigo lembrar pq ele ta aqui fazendo a maior zona no meu quarto abrindo gavetas e jogando tudo pra fora só pra eu conseguir sentar aqui e postar sobre os 11 meses dele...rs

Parabens meu filhote!
Rumo ao primeiro aninho!!!!!!!

Te amo!



Quer saber como estava a Anna aos 11 meses?
Aqui

26/09/14

Sobre memórias. Sobre futuro.

Há um tempo eu venho me cobrando muito, mas muito mesmo, sobre o q eu quero q meus filhos tenham de memória da infância deles.
Eu, da minha, tenho as melhores.
E embora por um longo tempo a gente nem pense nisso pq acha q eles não lembrarão disso ou daquilo, eu tenho certeza q mesmo aos 6,7,8,9 meses, muita coisa fica gravado dentro de nós mesmo q inconsciente.
E eu quero q eles lembrem do melhor.
Não sou a favor de muita coisa, mas pratico ou pratiquei algumas.
Sou uma pessoa zero paciência. Ou era.
Muitas vezes gritei sem a necessidade real daquele grito, ou ameacei um tapa sem a real necessidade daquilo.
Sim, tb já dei uns tapas. Na bunda principalmente.
E percebia q a Anna ficava sentida.
É difícil admitir nossas fraquezas.
E um dia, ao gritar alto bem alto com ela e a mandar "engolir o choro" percebi ela acoada. Me senti uma merda. Não com remorso ou arrependida pq ela tinha aprontado uma das boas, mas senti que aquele momento ficaria no "hd" dela por anos e anos e anos.
E pior. Negativamente.
Não quero minha filha lembrando de mim aos berros e sem paciencia qdo ela estiver educando os filhos dela. Não quero q ela pense: "vou criar vcs diferente de como a minha mãe me criou". Não. Quero justamente q ela tenha as melhores lembranças e referências e tenha sempre a certeza q eu a crio da forma mais correta e pacífica q existe.
E não falo só disso.
Qdo me preocupo com as lembranças deles, englobo tudo.
Os momentos em família, as risadas, os passeios, os filmes, as pipocas, os sorrisos, as febrinhas onde eu e o pai estamos sempre presentes, os momentos ruins, tudo. Quero q eles tenham sempre as melhores lembranças.
Por isso tomo certos cuidados e passei a tomar outros tantos.
Perco MUITO a paciencia ainda. Ainda me descabelo com as artes e mau criações, ainda surto com as "brigas" deles, mas tento manter certa calma. Algumas vezes até vejo aquilo como "coisa da infância, de criança".
Ainda vez ou outra altero a voz. Vez ou outra grito sim. Mando sentar, mando pro quarto, mando falar baixo. Mas juro q to entrando num tal de auto controle por eles. Pelas memórias futuras deles.
Isso é importante da gente pensar.
Ter filhos não é só parir, trocar fralda, zelar, cuidar, proteger e amar. è cuidar do futuro deles desde o primeiro dia de vida. Cuidar das lembranças q eles terão faz parte disso tudo!
Quero sempre q eles tenham as melhores lembranças minhas e do pai deles como um casal q se ama, se respeita e se admira. Evitamos brigas e discussões na frente deles ao máximo. Quero q eles ao menos tenham aquela impressão de que "meus pais nunca brigavam. nunca vi", como eu tenho dos meus pais. Não me lembro de uma briguinha ou rusga se quer entre eles. Embora deva ter tido aos montes. Mesmo pq eles se separaram ha mais de 20 anos. E se eles nao brigassem, nao teriam motivos pro divórcio. Teoricamente isso. Mas a real é q eles brigavam sim, mas bem longe de nós, das filhas. O q nos dá essa impressão de q eles eram o casal perfeito. E por ter havido divórcio, podemos constatar q eram tudo menos perfeitos. 
Mas fizeram a parte deles bem feita. Brigas, brigas, filhos a parte.
E eu me preocupo com isso tb. Embora sendo filha de Deus, nem sempre consigo controlar a minha ira com o marido. Normal. Mas NUNCA JAMAIS brigamos feio na frente deles. Cara feia pode até rolar, mas palavras ditas na frente deles, nunca.
Não sou e nem quero ser a mãe perfeitinha. Quero ser mãe. Que briga, da conselho, explica. Que coloca de castigo e mostra o certo e o errado com clareza e firmeza. Mas nessa estrada, eu erro e ainda vou errar muito.

Agora sobre o futuro.
Taí uma coisa q eu nunca tinha pensado sobre.
Sobre o q eles serão na vida, o q farão, quem amarão, com quem se envolverão, que tipo de amigos terão.
A gente pensa no futuro como algo distante, longe, anos luz!
Mas ele ta logo aqui. Passa rápido demais e qto menos a gente esperar, eles estarão fazendo 18 anos.
E comecei a me preocupar de uma forma, q até o sono perdi.
(olha q raro! rs)
Não poderei interferir em nada nas escolhas deles.
Posso não concordar, posso dar o caminho, posso aconselhar, mas impedir qlq coisa, isso nunca poderei.
E aí?
E se as escolhas deles não forem compatíveis com o q eu sonho e quero pra eles?
Como lidar com essa frustração?
Pq ainda são crianças mas -infelizmente- não serão crianças pra sempre.
Terão opinião, vontades próprias e mais, vidas próprias.
Poderão decidir onde e quando ir.
E a gente vai poder no máximo, assistir de camarote.
Isso me da um medo.
Pq eu não sou do tipo de mãe que vai querer se realizar nos filhos. Quero apenas q eles façam escolhas certas.
Mas isso nem sempre vai significar as escolhas q eu sonho pra eles.

Isso começou mesmo a me incomodar, mas mudei o rumo dos pensamentos com o consolo de "ainda é muito cedo pra isso". E é.
E vamos educando e mostrando caminhos pelos quais queremos q eles sigam e faremos nosso melhor trabalho.

Afinal filhos são do mundo!
Mas o mundo anda tão complicado....como diria Renato.
Dificil ser mãe e pai.
A parte do não dormir, do trabalho que crianças dão é tudo muito fichinha perto de tudo que envolve ter filhos!

Hunpf!

19/09/14

Pai de segunda viagem...

Que a gravidez pra mulher é algo muito mais real todo mundo sabe. Homens são meio coadjuvantes nessa historia toda. Mães sentem aquele amor e aquele instinto de proteção desde q se descobrem grávidas. Isso é fato. Afinal o feto esta habitando nosso corpo e no fim nós e o bebe somos uma pessoa só durante 9 meses. Seria querer demais q o pai tivesse essa ligação desde o inicio uma vez q isso entre mãe e filho é, alem de amor claro, visceral. Mesmo.

Daí a gente sente tudo q uma gravidez tem pra nos proporcionar e eles, os pais, ficam na espreita, só observando.

E o bebê nasce, e a relação mãe e filho que já era estreita, fica ainda mais apertada.
A relação de pai e filho se constrói com o tempo, no dia a dia.
O pai precisa sentir e conhecer aquele serzinho embora parte dele tb, mas ainda demora a rolar uma afinidade.
Mas rola. E mais q isso. Rola um amor enlouquecedor.

Amor de pai e filho é único. É uma relação ímpar. Assim como de mãe e filho. Cada relação é particular e não há isso de "mãe ama mais". Mentira.

E com o tempo, se estabelece o relacionamento de pai e filho.
E a gente baba. A gente ama ver esse amor todo. O cuidado, o carinho, a atenção entre eles.

Daí PIMBA. A mulher engravida de novo.
E como no primeiro ciclo, o amor, a proteção já começa a surgir logo no inicio. Ta, ok. No segundo filho tudo isso demora um pouco mais até conosco, as mães. Mas rola. Basta o primeiro US q pronto, já estamos de quatro por aquele segundo serzinho mais importante da nossa vida.

E eles continuam lá, meio de lado, meio em segundo plano.

E tudo acontece de novo mas com um diferencial: o primeiro filho ta la já, observando tudo tb, muitas vezes de longe...
E a mãe, q já é bicho besta, começa a se sentir culpada.
Mas nem sempre leva essa culpa a diante. Pq SABE q coração de mãe é enorme, sempre cabe mais um, mais dois, mais tres...

Mas e o pai?
Ele se culpa? 

Qdo o Bê nasceu, percebi no meu marido um certo "medo" de estreitar laços com o bebê no começo.
Sentia q ele meio se defendia, por medo dos sentimentos da Anna.

Eu até brincava dizendo q ele não amava o Be.
Claro que não.
Pra nós, mães, é algo natural. Embora sim, a gente se importe com o q o mais velho vá pensar e sentir, a gente não tem lá muita escolha: tem q cuidar do bebê, pegar no colo, dar o peito, fazer dormir, enfim...a gente tem!
Os pais, muitas vezes, preferem ficar de fora pra não magoar o mais velho.

E foi assim q aconteceu aqui!

Airton tinha medo de q a Anna fosse amá-lo menos caso ele desse muita atenção ao Be.
Medo bobo.
E q com o tempo, se dissipou.
Hj é td diferente.
Bernardo é LOUCO pelo pai, é recíproco, Anna é louca pelo Be, pelo pai, por todo mundo e vivemos em harmonia (ou quase...rs).

A gente se preocupa, qdo engravida pela segunda vez, muito com o sentimento da mãe, do primeiro filho...mas se esquece do pai.
Dos sentimentos dele.

E confesso q olhando hj as coisas mais friamente, entendo o meu marido.
Ele via a Anna meio chateada comigo toda vez q eu dizia "já vou filha" pra fazer algo com o Bê e não queria q ela se chateasse com ele tb.
Não deve ser facil.
Não é pra nós, pq seria pra eles????


Por isso , qdo seu outro filho nascer, e o pai manter uma certa distância do bebê novo, não o critique e espere as coisas acontecer no tempo dele.
Pq vão acontecer.





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